Terça-feira, 17 de Março de 2009

PORTUGAL NO SÉCULO XIII

. "As Brumas de Avalon": vale a pena ver!!

 

 

 

. Aprende, jogando, as divisões de um mosteiro.

(jogo retirado do sítio www.ribatejo.com/hp/index.htm)

 

 

 

 

PORTUGAL NO SÉCULO XIII

Desde a morte de D. Afonso Henriques, em 1185, até meio do século XIII, os reis portugueses  continuaram a combater os mouros e a alargar o território para sul. Esta luta foi feita de avanços e recuos, como podes verificar nos mapas. Só em 1249, no reinado de D. Afonso III, se deu a expulsão definitiva dos mouros, com a conquista do Algarve.

Em 1297, estabelecem-se as fronteiras definitivas de Portugal no Tratado de Alcanizes.

 

 

 

A sociedade portuguesa no século XIII

O ambiente de guerra em que Portugal se formou influenciou a organização da sociedade portuguesa.

À medida que reconquistavam terras aos mouros, os nossos primeiros reis encontravam muitas povoações abandonadas e muitas terras devastadas.

Como recompensa pela ajuda prestada na guerra, e para as povoar, defender e fazer cultivar, os reis doavam terras aos nobres e às ordens religiosas. Formaram-se assim grandes domínios onde o povo trabalhava.

 

"Deus quis que o mundo se mantivesse por três estados: Oradores - os que rezam pelo povo; Defensores - os que o hão-de defender; Mantenedores - os que lavram a terra pela qual os homens hão-de viver e se manter."

Ordenações Afonsinas (adaptado)

 

A sociedade portuguesa do século XIII é pois formada por 3 grupos, com direitos e deveres diferentes:

 

a nobreza e o clero (grupos privilegiados):

não pagavam impostos;

possuíam extensas propriedades;

tinham o poder de aplicar justiça e cobrar impostos;

tinham exército próprio.

 

e o povo, o grupo mais desfavorecido, que executava todo o tipo de trabalho e pagava impostos.

 

A VIDA QUOTIDIANA DA NOBREZA

A nobreza tinha sobretudo funções guerreiras. Participou com os seus exércitos na Reconquista, ao lado do rei, recebendo em troca rendas e terras.

O senhorio era pois a propriedade de um nobre na qual viviam camponeses livres e servos. As terras do senhorio estavam divididas em duas partes: a reserva, explorada directamente pelo senhor e onde trabalhavam os servos e criados; e os mansos, parcelas arrendadas a camponeses livres em troca de rendas pagas ao senhor.

O senhor tinha grandes poderes sobre quem vivia no senhorio: cobrar impostos, fazer justiça, ter um exército privado...

Quando não estava em guerra, o senhor nobre ocupava-se a dirigir o senhorio e a praticar exercícios físicos e militares.

Organizava festas e convívios onde, para além do banquete, se tocava, cantava e dançava. Estas festas eram animadas por trovadores e jograis. Jogava-se xadrez, cartas e dados.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A VIDA QUOTIDIANA DO CLERO

Tal como a nobreza, o clero era um grupo social privilegiado. Tinha a função de prestar assistência religiosa às populações.

Tinha grandes propriedades que lhe haviam sido doadas pelo rei ou por particulares e não pagava impostos. Tal como a nobreza, exercia a justiça e cobrava impostos a quem vivia nas suas terras.

O clero dividia-se em dois grupos: o clero regular (todos os que viviam numa ordem religiosa, num mosteiro) e o clero secular (bispos e padres).

No mosteiro, para além de cumprirem as regras impostas pela Ordem a que pertenciam, os monges dedicavam-se ao ensino, à cópia e feitura de livros, à assistência a doentes e peregrinos.

Em algumas Ordens, os monges dedicavam-se também ao trabalho agrícola nas terras do mosteiro.

Algumas Ordens eram militares, tendo combatido contra os Mouros.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A VIDA QUOTIDIANA DO CAMPONÊS

A maioria dos camponeses vivia nos senhorios. Trabalhava muitas horas, de sol a sol, e de forma muito dura. Do que produzia, uma grande parte era entregue ao senhor, como renda. Devia ainda prestar ao senhor outros serviços, como a reparação das muralhas do castelo, e outros impostos, como os que devia pela utilização do moinho, do forno ou do lagar.

Vivia em aldeias próximo do castelo do senhor. Morava em casas pequenas, de madeira ou pedra, com chão de terra batida e telhados de colmo. Estas casas tinham apenas uma divisão.

A base da alimentação do povo era o pão e o vinho, legumes, ovos, toucinho, queijo... Peixe e carne só muito raramente, geralmente em dias de festa. O seu vestuário era simples, em tecidos grosseiros (linho, lã), fiados e tecidos em casa.

 

OS CONCELHOS

Como sabemos, à medida que iam conquistando terras aos Mouros, os nossos primeiros reis precisavam de as povoar e fazer cultivar, sobretudo a Sul. Para tal, em muitos casos, o rei ou grandes senhores criaram concelhos, para atrair povoadores, a troco de direitos e regalias. Assim nasceram os concelhos.

Os habitantes dos concelhos, chamados vizinhos, tinham mais direitos e mais autonomia que os habitantes dos senhorios pois podiam eleger os seus representantes para a administração e a justiça local:

os juízes aplicavam a justiça;

os mordomos recebiam os impostos;

a assembleia dos homens-bons (os homens mais importantes do concelho) tratavam dos assuntos de interesse geral e elegiam os juízes e mordomos. Reuniam no Domus Municipalis (casa do município).

O rei fazia-se representar nos concelhos através do alcaide que era também o chefe militar.

Os direitos e deveres dos habitantes dos concelhos estavam escritos num documento: a Carta de Foral.

Símbolo da autonomia do Concelho era o Pelourinho.

 

A Corte e as Cortes

 

O rei vivia na corte com a sua família, conselheiros e altos funcionários. Como chefe supremo do país, competia-lhe fazer as leis, aplicar a justiça (só o rei podia aplicar a pena de morte e o corte de membros, nos casos de crimes graves), decidir da paz ou da guerra.

Acompanhado da corte, percorria o país para o governar, sendo ajudado por funcionários como o alferes-mor (comandante do exército), chanceler-mor (que autenticava os documentos com o selo real) e os legistas (homens de leis) que constituíam o Conselho do Rei.

Em caso de decisões importantes, como declarar a guerra ou lançar novos impostos, o rei convocava as cortes, uma reunião de representantes da nobreza, do clero e dos concelhos (estes apenas a partir do reinado de D. Afonso III). As cortes tinham uma função consultiva, isto é, o rei ouvia a sua opinião mas não era obrigado a segui-la.

 

 

 

 

 

 

         O alargamento do território foi uma preocupação constante não só de D. Afonso Henriques, como também dos outros reis seus sucessores.

            Tivemos ao longo dos anos um movimento de conquista e reconquista.
            As conquistas fizeram-se por etapas e, quase sempre, de um modo progressivo.
            Os limites do território português não ficaram totalmente definidos com a conquista do Algarve por D. Afonso III (1249).

 

As fronteiras de Portugal só ficaram definidas e os conflitos resolvidos em 1297, pelo Tratado de Alcanizes feito entre D. Dinis, rei de Portugal e D. Fernando rei de Leão e Castela.

 

      A linha de fronteira portuguesa sofreu somente um pequeno desvio em 1801, pela ocupação de Olivença pela Espanha.

 

          A maior parte da população no século XIII dedicava-se à agricultura / pastorícia.

 

 

            Nos matagais e florestas ia-se buscar: lenha, madeira, frutos silvestres, mel, cera, cortiça, caça variada.
            A  agricultura e a pastorícia forneciam os produtos básicos da alimentação.
            O trabalho era manual e os instrumentos rudimentares.
            A terra produzia pouco e a falta de cereais era frequente (anos de fome e epidemias).
            A apicultura era também uma actividade muito desenvolvida.
 
            Temos ainda o aproveitamento do mare dos rios através da pesca (marítima e fluvial) e do comércio marítimo e ainda o sal (produto indispensável para a conservação dos alimentos e curtumes), com a  salicultura.

Os pastores, agricultores e pescadores desenvolviam também actividades artesanais, fabricando os objectos de que necessitavam no seu dia-a-dia.

            Desenvolve-se uma produção artesanal.
 
            Esta actividade era mais variada nas cidades e vilas e os artesãos ( ferreiros, carpinteiros, oleiros, tanoeiros, pedreiros, sapateiros, alfaiates, ourives…) tinham as suas lojas onde vendiam os seus produtos.

 

Estações do ano e trabalhos Agrícolas

 .
clicar na gravura para aumentar

 

 Os pastores, agricultores e pescadores desenvolviam também actividades artesanais, fabricando os objectos de que necessitavam no seu dia-a-dia.

            Desenvolve-se uma produção artesanal.
 
            Esta actividade era mais variada nas cidades e vilas e os artesãos ( ferreiros, carpinteiros, oleiros, tanoeiros, pedreiros, sapateiros, alfaiates, ourives…) tinham as suas lojas onde vendiam os seus produtos.

 

P·        Temos também: mercados; feiras (criadas pela carta de feira (documento onde estão escritos os direitos e obrigações dos feirantes)); feiras francas (criadas por D. Dinis, isentas de portagens e outros impostos, para incentivar o comércio em zonas mais desfavorecidas).

ComércioExterno:
 
·        Comércio feito com outros países.
 
  Importações (o que Portugal compra): cereais, tecidos metais, armas  , objectos de adorno…
·                 Exportações (o que Portugal vende): vinho, mel / cera, sal, azeite, frutos, couros…
·        Portugal fazia comércio com: Itália, Inglaterra, Espanha, Flandres, França, Alemanha.
 
 
 
 

 Grupos Sociais

pirâmide

A nobreza era constituída pelas principais famílias do reino, que tinham muita riqueza, grandes propriedades e descendiam das famílias guerreiras dos tempos da Reconquista. Os seus títulos de nobreza tinham sido recebidos, em muitos casos, pelos serviços prestados à Coroa, assim como muitas das suas terras (as  honras). Os nobres também não pagavam impostos e ainda governavam as suas terras como pequenos reis. Viviam nas terras senhoriais, em castelos e palácios.

 

 O clero era formado pelas pessoas ligadas à Igreja Católica. Existia o clero secular, que vivia junto ao resto da população (padres, bispos, arcebispos) e o clero regular, que vivia em mosteiros (monges, freiras). Todos eles tinham direitos semelhantes : não pagavam imposto ao rei, recolhiam a dízima (imposto pago pelo povo) e só deviam obediência ao Papa. Viviam em paróquias (padres), dioceses (bispos) e mosteiros ou conventos ( monges e freiras).

 

 

 

 

 

A SOCIEDADE PORTUGUESA NO SÉCULO XIII
 
 
 

Sociedade Portuguesa no século XIII

 

 

A vida quotidiana no séc. XIII

 

 
Consulta estes sites para veres como era a vida quotidiana na Idade Média:

Nos Mosteiros


Nas terras senhoriais


No Castelo

Depois de consultar os sites escolhe aquele onde, se vivesses no século XII, gostarias de viver. Explica a tua opção.

O vestuário do povo

 
 
Este grupo social fazia as suas próprias roupas, fiando e tecendo em casa. Os camponeses usavam um vestuário simples, feito com tecidos de linho ou de lã.
Os Homens usavam um saio de burel (tecido grosseiro), meias ou calças a proteger as pernas; na cabeça, um chapéu de palha ou de pano; no Inverno usavam um manto com capuz que lhes caía sobre os ombros e terminava numa ponta.
 Andavam descalços ou calçavam uma espécie de sandálias (abarcas) ou então botas de couro, untadas de sebo.
As mulheres usavam um vestido (cota) de mangas justas sobre a roupa interior de linho. Cobria os cabelos com uma espécie de touca (coifa).

 

As refeições do povo
 
 A alimentação dos pobres era escassa e pouco variada.
         As suas principais refeições eram compostas por sopas de legumes (couves, cebolas, favas...), papas de cereais e pão escuro.
A base da alimentação era o pão  feito de trigo, cevada, centeio e milho miúdo e o vinho. Quando os cereais escasseavam, eram substituídos pela castanha e até pela bolota.  
Comiam-se também ovos, toucinho, queijo, peixe (no litoral) e raramente carne. O porco era raro, sendo mais frequente a carne de ovelha ou cabra e de animais de capoeira.
Os bosques também forneciam alguns alimentos como frutos silvestres e pequenos animais.
 

Os divertimentos do povo

 

 

As ceifas, os casamentos e os nascimentos constituíam motivos de alegria e de convívio.

Enquanto trabalhava, também cantava. Havia, porém, dias feriados, geralmente festas religiosas, que se assemelhavam às de hoje. Celebravam-se em todo o País as grandes festas religiosas que incluíam o repicar dos sinos, as procissões, as feiras, as refeições colectivas e os bailes.

Depois da missa, ou da procissão, dançava-se e cantava-se nos terreiros das igrejas onde também se realizavam vendas.

Por vezes o povo podia assistir a alguns espectáculos que os nobres organizavam. Os mais frequentes eram as competições militares.

 

 

 

A Casa do povo
 
         Os camponeses viviam em habitações muito pobres, eram casas pequenas, com cerca de oito a dez metros de comprimento por três ou quatro metros de largura. Eram pobres, feitas de madeira ou de argamassa, com o tecto de canas, de palha ou de colmo.
         No interior da casa do camponês só existiam dois espaços: um para os animais e outro para as pessoas.
O espaço das pessoas servia de sala de jantar, de sala de estar e de quarto. Tinham assim só uma divisão, onde todo o movimento se concentrava à volta da lareira acesa com lenha do mato, onde o camponês cozinhava os alimentos e se aquecia do frio. Aí se comia, convivia, e à noite, num recanto coberto de molhos de palha, dormia toda a família. A mobília era pouca.
A iluminação também era pouca. Em certas casas só existia a iluminação da lareira. Noutras havia candeias de azeite, velas de vários tamanhos e archotes. Por isso muita gente se deitava ao pôr-do-sol.

 

O povo era o grupo mais numeroso da população, mas o que menos direitos tinha. Muitos “vilãos” trabalhavam nas terras da nobreza ou dos mosteiros, onde pagavam várias rendas ou impostos. Raramente tinham terras suas. Alguns, por terem sucesso em algum negócio, ganhavam algum dinheiro e estabeleciam-se por conta própria nas cidades. Eram os burgueses.

 

 

 

Portugal - Revolução 1383-85 - iluminuras

 

Batalha de Aljubarrota

Iluminura da Batalha de Aljubarrota, na “Crónica de Inglaterra”

 

 

Cerco de Lisboa na Crónica de Froissart
Iluminura do Cerco de Lisboa de 1384, na Crónica de Jean Froissart.

 

Batalha de Aljubarrota
Iluminura da Batalha de Aljubarrota,
na Crónica de Jean Froissart, século XV.

 

de Jean de Wavrin.

O que é um foral?

 

 

Sabes explicar o que era a carta de foral?


Podes consultar este
site para saber mais!

 

 

 

     A população portuguesa no século XIII, era constituída por:

3 grupos sociais:
 
·        Nobreza: defendia o território
·       Clero: serviço religioso
·       Povo: trabalhava para ele e para os outros grupos sociais.
 
Clero e Nobreza são grupos privilegiados:
 
·        Não pagavam impostos ao rei.
·        Possuíam grandes terras.
·        Tinham vários poderes, como: aplicar a justiça e receber os impostos dentro dos seus domínios. Podiam recrutar homens para formar o seu exército.

 

 

·        As terras que pertenciam aoreieram os: reguengos.
·        As terras doadas à nobreza chamavam-se: honras.
·        As terras doadas ao clero chamavam-se: coutos.

 

 

 

No senhorio vivia o nobre e a sua família, mas a maioria dos habitantes era gente dopovo (servidores domésticos e camponeses) que:
 
·        Trabalhava na agricultura/ pastorícia.
  

 

No senhorio vivia o nobre e a sua família, mas a maioria dos habitantes era gente dopovo (servidores domésticos e camponeses) que:
 
·        Trabalhava na agricultura/ pastorícia.
  

 

 

O nobredentro do seu senhorio tinha:
 
·        Muitos poderes e privilégios.
·        Obrigação de proteger as pessoas que estavam na sua dependência.
 
 
A ocupação da nobreza
 
            *  A sua principal função era combater em tempo de guerra e em tempo de paz, dedicavam-se a actividades que lhes permitiam uma boa preparação para a guerra:
 
·        caça
·        torneios /  justas
·        xadrez

 

 

 

 
·        Outras actividades: banquetes, assistir a espectáculos de jograis e trovadores.

 

 

 

  

A VIDA NOS MOSTEIROS

 

Pertenciam aoclero todos os membros da Igreja e a sua principal função era a actividade religiosa.
 
Temos o :
 
·       Clero regular: constituído por ordens religiosas e vivia dentro dos mosteiros /conventos em comunidades e com regras próprias.

   Clero secular: era constituído por padres e bispos. Viviam nas aldeias/cidades, junto da população. Possuíam grandes extensões de terras e gozavam de grandes privilégios:

 
-   não pagavam impostos.
-  podiam exigir rendas e impostos aos homens do povo que viviam e trabalhavam nas suas terras.
 
 

        Portugal era uma monarquia.

O reiera a autoridade suprema do paíse o mais rico:
 
·        Fazia as leis gerais.
·        Aplicava a justiça em crimes graves.
·        Decidia da paz e da guerra.
·        Protegia a Igreja
·        Vivia na corte. A corte era um local onde o rei vivia com a sua família, conselheiros e altos funcionários.
Todos deviam ao reifidelidade, obediência e auxílio.
Era auxiliado no governo por altos funcionários.
Reunia asCortes(Assembleias consultivas) para resolver questões importantes para a vida do Reino.

 

A ARTE ROMÂNICA
 
            Os castelos e as igrejas dessa época tinham aspecto de fortalezas, servindo de refúgio e defesa para as populações.
 
Características da Arte Românica :
 
·        Construções de paredes grossas
·        Com poucas aberturas para o exterior
·        Com o interior mal iluminado
 
Ex. Sé de Coimbra, de Lisboa, Castelo de Leiria
Desenvolveu Portugal tomando várias medidas:
 
·        Na agricultura: mandou plantar o pinhal de Leiria…
·        No comércio: aprovou a criação da Bolsa dos Mercadores(espécie de seguro para os comerciantes)…
·        Na pesca: criou povoas marítimas e fluviais.
·        No desenvolvimento da cultura:
               -   Criou em Lisboa o Estudo Geral ou Universidade.
                           -  O Português torna-selíngua oficial.
                           -  Desenvolve-se a poesia (ele próprio era chamado o rei poeta).
 
            No paço real faziam-se banquetes e saraus, animados por jograisque cantavam os poemas compostos pelos trovadores.

 

 
 
 
            Nos terrenos aráveis praticava-se a agricultura, mas havia poucos terrenos aráveis, grande parte eram terrenos bravios, nos quais se praticava a pastorícia.

 

 

 

A Vida quotidiana no Século XIII

Visita os sites seguintes para saberes como se vivia na Idade Média:
 
 
 
 
Se pudesses escolher, diz em qual dos locais gostarias de viver e justifica a tua resposta.

 

 

DAQUI

Portugal no século XIII

 

Com a conquista definitiva do Alentejo e a assinatura do Tratado de Alcanizes ,no século XIII, ficaram definidas as fronteiras de Portugal. Notavam-se alguns contrastes entre o Norte e Sul, Litoral e Interior,quanto ao clima, relevo, vegetação, tipo de povoamento,etc..O Sul, por exemplo, manifestava mais influências árabes e era muito menos povoado....

 
 
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